Uma orientação acessível precisa caber no jeito como você compreende melhor
O exemplo abaixo é hipotético e educativo. Não descreve os hábitos dos moradores desta região.
Considere um caso hipotético em que uma pessoa tem dificuldade para ler textos pequenos no celular, mas recebe orientações em imagens cheias de informações. Ela consegue abrir o arquivo, porém não consegue consultá-lo com conforto. Acesso ao conteúdo não é apenas ter um aparelho conectado à internet.
Tamanho das letras, linguagem, organização e formato interferem no uso de uma orientação. Você pode perguntar se existe uma alternativa mais legível ou pedir que a informação seja explicada em partes. Necessidades de acessibilidade não devem ser tratadas como falta de interesse. O atendimento online precisa ser compreendido antes da contratação, inclusive quanto aos recursos efetivamente disponíveis no serviço.
Um exercício para preparar sua conversa
Pense em como prefere consultar instruções: texto simples, explicação falada ou um resumo organizado. Pergunte ao profissional quais formatos consegue oferecer. Não presuma que um recurso existe sem confirmação, especialmente quando ele for essencial para sua participação.
Base educativa: Guias Alimentares do Ministério da Saúde. Informação geral, sem prescrição individual ou atribuição de demanda local.
